sexta-feira, 4 de junho de 2010

Repórter

Bronzeada pela previsão do tempo,
refrescou-se nos encantos dos meus lençóis.
Ninou nos barcos de velas entre as ondas dos nossos mares.
Contornou nossas costas para encantar-nos os ouvidos.

Surgiu em minha aldeia e posou com sua graça,
se não fosse ela não teria nunca descoberto a doçura de um amor.
Ensinou-me, com um graveto,
a dizer o teu nome entre as areias do meu quintal, junto ao meu.

Sanã.



Rafael Cunha

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